01 fevereiro 2008
É a vida, já dizia o outro
28 janeiro 2008
Sinais
Percebe-se que estamos inseguros quando queremos muitas coisas ao mesmo tempo e desconfiamos que queremos algumas delas precisamente porque não acontecem, essas e outras.
Percebe-se muita coisa e isso às vezes serve-nos de tão pouco.
26 janeiro 2008
Se a noite falasse...
25 janeiro 2008
Eles estão de volta
Livro de instruções
RETOMA
18 dezembro 2007
15 novembro 2007
Nunca largues o piano
13 novembro 2007
A voz
28 outubro 2007
O joelho que adivinha chuva
27 outubro 2007
11 outubro 2007
11 fevereiro 2007
E pronto!
Alívio - é isto que sinto no dia em que Portugal se aproximou um pouquinho mais do grau de civilização europeu.
Desilusão, ainda assim - é o que sinto por ver mais de metade dos eleitores alheados do referendo.
P. S. - Que as pessoas do Não envolvidas em associações de apoio à maternidade continuem o seu bom trabalho. Sem ironia. Porque ninguém é «a favor do aborto livre» nem o acha intrinsecamente bom, ao contrário do que tentaram propagandear durante semanas.
09 fevereiro 2007
E porque está quase na hora, queria só lembrar que...
Há muita gente que fez/apoiou ou fará/apoiará abortos e vai votar «Não».
Há muita gente que nunca fez/apoiou nem admite fazer/apoiar um aborto e votará «Sim».
Quem votar «Não» acha que as mulheres que façam abortos antes das 10 semanas devem ser presas e proibem-nas de fazê-lo num estabelecimento de saúde legalmente autorizado.
Quem votar «Sim» acha que as mulheres que façam abortos antes das 10 semanas devem poder fazê-lo em estabelecimento de saúde legalmente autorizado e não devem ser presas.
Duas hipóteses para quem ainda não percebeu que é SÓ isto que está em discussão: ou tem graves dificuldades cognitivas ou deixou-se enredar na demagogia do «Nao».
04 fevereiro 2007
«É amar-te assim perdidamente»
Presa! Presinha é que a Florbela Espanca tinha ido bem, pá! Ou o valor da vida é só até à semana 1870, mais ou menos as que a senhora tinha quando decidiu matar-se? E lá está outra vez esta coisa de a mulher decidir, pá, sempre a mesma cantiga, mas onde é que pára a moral!?!
18 janeiro 2007
Nem um santo, caramba!

É aconselhável, sim, mas muito difícil manter a calma perante as alarvidades ditas por este beato que ao mesmo tempo parece que é economista. Comparar o recurso ao aborto com a explosão na utilização dos telemóveis (em caso de vitória do «sim») merece, aliás, uma grande falta de calma dirigida ao indivíduo. Mas pronto, calma: afinal ele deve perceber muitíssimo pouco sobre mulheres e o que lhes pode ir na alma...
P. S. - É beato, economista e tem nome, mas vai pequenino por causa da publicidade enganosa: João César das Neves
P. S. 2 - Olá a ti, amig@, que deves ser @ únic@ que ainda cá volta desde Setembro...
15 setembro 2006
Que não lhe caia um cruzado em cima

Bento Ratzinger, o 16.º a contar do Céu (acho que é do Céu), citou um antigo imperador bizantino para constatar, mais coisa menos coisa, que a palavra de Maomé apenas servira como incentivo à violência. O mais engraçado é falar em «propagação da fé através da espada».
Ainda bem que no passado do cristianismo e do catolicismo não há nada disto. Já imaginaram a vergonha do senhor se isso por absurdo fosse verdade e então lhe recordassem, 150 anos depois, umas aulas de história do secundário?
08 setembro 2006
Desculpem lá não gostar dos Pearl Jam*
24 agosto 2006
Bons auspícios?
Início de Outubro — Coliseu de Roma e toda a Roma que reste e a gente consiga galgar
Início de Novembro — Chico Buarque no Coliseu de Lisboa
Candeia que vai à frente alumia duas vezes ou o primeiro milho é para a pardalagem?
16 agosto 2006
A Merche e o bidé

Abençoado 24 Horas! Graças a ele (ainda bem que não vai em cantigas de silly season em Agosto, desculpa esfarrapada de outros jornais para nos inundarem de futilidades), graças a este jornal, dizia, sei agora que Merche Romero não vai ter bidé na casa nova de Gaia. E sei mais: a peça existia e ela mandou tirá-la.
Muitos mortais nascidos na segunda metade do século XX já perceberam que o bidé não serve para nada. Tem a ver com o facto de tomarmos mais vezes banho, e assim. Mas até ontem ainda havia muito quem o utilizasse. Merche, querida, acabas de dar cabo de uma parte da indústria, topas? Depois de teres dito ao 24 que nem percebes «porque é que os construtores ainda os colocam», quem se atreverá a receber um convidado correndo o risco de ele se deparar com um bidé na casa de banho? Coisa brega...




